26 fevereiro 2014

Ainda é pouco, meu amor


Hei, olhe só: hoje faz um tempinho que estamos juntos. Um tempinho bom, gostoso e maravilhoso. O sorriso ainda é o mesmo do começo, mas agora com um quê de cumplicidade e mais de felicidade. Seu abraço é um refúgio, como se fosse um porto seguro.

Com a cabeça no seu peito, chego a conclusão que esse é o melhor lugar que eu estive nos últimos quatro anos e que não quero mais sair. Mas não é só isso. Tem algo em você que faz com que eu te queira cada vez mais.

Uma coisa tenho que dizer: você pode até ser chatinho, mas eu ainda amo você. São detalhes que fazem parte de você e não quero perder nada do que você tem a me oferecer, porque isso também me faz te amar. E não posso deixar de falar que você é um verdadeiro amigo. Sei que posso contar com você, até porque é isso que eu realmente faço. Conto com você e conto mais você. Conto mais você em todos os meus planos, assim, simples, fácil. Conto com você nas minhas conquistas, dúvidas e crises. De tudo, um pouco. Assim, é você que eu preciso. Seu caminhão comporta meus poucos grãos de areia. Eu sei disso.

Já disse e vou repetir: dois anos não são dois meses, mas ainda é pouco.


Raphael, seu chato, você é uma pessoa única e totalmente amado. Pois, mesmo você dizendo que não gosta de cócegas, mas rindo quando as faço, eu amo você. Ao infinito e além ida e ao infinito e além volta.

2 comentários:

"Quero desesperadamente ser uma sacudidora de palavras para o mundo."
Markus Zusak


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