26 novembro 2014

{Resenha} Maze Runner: Correr ou Morrer

E eu que disse que não leria mais livros esse ano, menti. Nunca consigo ficar sem ler, é realmente minha válvula de escape do mundo.
Enfim, hoje eu vim com a resenha de Correr ou Morrer, primeiro livro da trilogia distópica de Maze Runner, escrito por James Dashner. Sim, é uma trilogia, porém há quatro livros. Procurei um pouco sobre os livros e vi que o quarto livro se passa antes dos acontecimentos do primeiro livro. Estranho, mas interessante.
Acho que já deu para ver que eu AMO distopia e amei quando vi o filme. Eu não sabia nada sobre a história de Maze Runner, já tinha visto algumas pessoas falarem, mas não fui procurar sobre. Então, um dia me deu vontade de ver filme e fui ver quais tinha no cinema e o que mais me chamou atenção (pelo poster) foi Maze Runner. E fui ver. Amei. Simplesmente. E comprei os livros. Lindo!

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 
 Editora: Vergara & Riba
Título Original: The Maze Runner
Autor: James Dashner
Páginas: 428
Ano: 2010
 O livro começa quando Thomas acorda dentro de um elevador escuro, em movimento, e percebe que não tem lembrança de nada sobre sua vida, a não ser seu nome. Quando esse elevador para e as portas se abrem, ele vê que está em um lugar chamado Clareira e que há vários outros garotos na mesma situação: sem memória e sem nenhum tipo de informação sobre o motivo por que foram jogados ali.

Thomas é obrigado a esperar pelo Passeio na manhã seguinte a que ele chega, onde tudo será explicado para ele. Com isso, Thomas descobre que a Clareira é rodeada por um Labirinto de muros enormes, onde todas as noites as portas dele se fecham. E, nenhum Clareano, como eles se denominam, que passou a noite no Labirinto, saiu vivo de lá.

Por que? Existem monstros totalmente assustadores e a explicação de como eles são vai além da imaginação: os Verdugos. Meio máquinas meio bichos gosmentos e nojentos, os Verdugos são os maiores perigos para os Clareanos. No dia depois que Thomas chega à Clareira, acontece uma coisa muito estranha, a Caixa, como é chamado o elevador, sobe com mais um novato, mas dessa vez é uma menina que traz consigo uma mensagem bem assustadora.

Minho, um Corredor, encontra um Verdugo morto e chama Alby, o Líder, para que possam ver o que aconteceu. Ocorre um imprevisto com eles o que acaba fazendo com que cheguem atrasados na Clareira e as Portas do Labirinto se fecham, porém antes de se fecharem, Thomas, que estava esperando eles chegarem, viu que não daria tempo para Alby e Minho entrarem e correu para o Labirinto, quebrando a Regra Número Um: Nunca Entre No Labirinto.

Depois desses acontecimentos, todos passam a suspeitar de Thomas, primeiro por causa da garota e segundo por ter sobrevivido uma noite no Labirinto junto com Minho e Alby e acabar deixando a Clareira em desordem após sua chegada.

Esse é praticamente um resumão da história, o que importa é: você tem que ler o livro. Olha só, se tiver algum romântico ao extremo aqui, nem leia, pois é bem provável que depois irá falar mal do livro para deus e o mundo. Esse é um livro de ação, mistério e suspense, não de romance. Pode até ser que tenha nos próximos livros, mas nesse é bem superficial.

Dashner consegue nos passar muito bem como é estar dentro da Clareira e cada traço dos personagens. A ideia da distopia dele é bem diferente de tudo que já li e assisti, pode ser que lembre Jogos Vorazes, mas é muito pouco e é passado um pensamento diferente. Comecei a ler o segundo livro já e, ó: socorro. Está muito bom! Super recomendo!


E aí, alguém já leu o livro? Viu o filme? Contem aqui se gostaram. *-*

Au revoir.

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Markus Zusak


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