14 setembro 2015

ela escreveu:


continue me prometendo
um futuro uma velhice
uma felicidade
continue dizendo
que sou a
mulher da sua
vida
que não vê a hora
de dormir todas as
noites ao meu
lado
de conchinha ou
esparramado
continue afirmando
que nosso amor é
para sempre
e eu vou sempre
dizer sim e te
pedir que nunca
esqueça de ser e
estar por inteiro em
todos os nossos
instantes.

09 setembro 2015

{Melhores Quotes} O Menino do Pijama Listrado

Vim tirar a poeira daqui do blog com mais um Melhores Quotes. Dessa vez será do livro O Menino do Pijama Listrado, do John Boyne, que li em 2013, é faz um tempinho.
Sem muitas delongas, vamos lá:

Imagem tirada do blog Bonita Por Dentro

"Bruno sabia que às vezes, quando a pessoa está triste, não gosta de falar a respeito; às vezes acaba contando do que se trata por conta própria e às vezes não para de falar nisso durante meses, mas naquela ocasião ele pensou que seria melhor antes de dizer qualquer coisa."

"Uma coisa é certa: ficar sentado se sentindo infeliz não vai mudar nada."

"Não torne as coisas piores, pensando que dói mais do que você realmente está sentindo."

"Quando fechava os olhos, tudo ao seu redor parecia simplesmente vazio e frio, como se ele estivesse no lado mais solitário do mundo. No meio de lugar nenhum."

"Menina tola! É isso que considera de importância neste mundo? Ficar linda?"

"Temos que procurar fazer o melhor de uma situação ruim."

"Às vezes há coisas na vida que temos de fazer e não temos escolha a respeito delas."

"Só porque um homem olha para o céu a noite, isso não faz dele um astrônomo."

"A infância é medida por sons, aromas e visões, antes que o tempo obscuro da razão se expanda."

"Se quer saber, estamos todos no mesmo barco. E ele está afundando."

"Estou apenas dizendo o que sinto. Eu sou livre para fazer isso, não?"

"Um silêncio se seguiu a esse comentário, mas não foi um silêncio normal, quando por acaso não há ninguém falando. Era como se fosse um silêncio muito barulhento."


Mesmo já sendo um livro mais antigo e que muitas pessoas já o leram, muitas vezes a gente esquece algum quote perfeito para seu dia ou seu momento difícil. E todos juntos fica bem mais fácil de achar e sentir o gostinho de saudade da leitura.

Baci.

02 junho 2015

Cadê minha tristeza?


Um amigo me indicou um livro que só pelo título já quis sair correndo para comprar (porém, ainda não comprei). É um livro do Rubem Alves, chamado Ostra feliz não faz pérola. Não tive tempo de dar uma pesquisada sobre o livro ou ler alguma resenha, mas parei um pouco para pensar nesse título.
Ando tão feliz com as coisas que estão acontecendo e tudo que estou conseguindo realizar, que agora vejo que não estou com tempo para ficar triste. Aquela tristeza que me apertava tanto quando sentia falta de algo que nem conseguia imaginar o que era.
Percebo que minha escrita era mais largada, eu escrevia o que me vinha do coração. Hoje, a organização e o cálculo tomam frente nesse processo pouco usado ultimamente.
Sinto saudade. Sinto falta.
Já disse aqui que só sei ficar nas extremidades e isso é realmente verídico. Queria aprender a controlar isso, gostaria que ficasse tudo bem e que também saísse mais rabiscos de mim.
Cadê a dose de tristeza que todos têm? Essa dose que nos faz seguir em frente e transformar a sobrevivência?

Cadê a minha tristeza?

03 abril 2015

Primeiro mês de faculdade


O dia de ontem foi quase uma data comemorativa. Ontem completou um mês que estou na faculdade. Parece que ainda não dá para acreditar, mas estou muito feliz! Para quem não sabe, estou cursando Comunicação Social na Universidade do Estado de Minas Gerais na minha cidade.

É algo totalmente novo e diferente. Estar em um lugar que você não tinha o costume de ir e encontrar pessoas com culturas totalmente diferentes da sua, é tanto assustador quanto engraçado. Cada dia teve um desafio diferente, como ter pouco tempo para arrumar e lanchar e, às vezes, ter que quase correr atrás do ônibus. Mas foram dias especiais, e acho que vou lembrar desse sentimento "novo" por muito tempo ainda. Além disso, estou me adaptando a uma nova rotina que é bem diferente da que eu tinha antes. Não gosto mesmo de rotina, mas ainda não consegui dormir o suficiente depois dessa mudança (outro dia falo mais sobre isso).

A primeira semana pode ser resumida em "frio na barriga". Primeiro dia foi trote e, na real, eu e todo mundo estávamos parecendo massa de bolo sem bater. Leite vencido, farinha, iogurte vencido, fubá, sardinha, óleo, ovo... Ah, e tinha a pinga. No outro dia, mal conseguia andar direito porque fomos obrigados a andar uns dois km de elefantinho. Enfim, essa é a integração que meus amados veteranos prometeram que teríamos. Depois, mergulhei de cabeça nesse novo mundo, porque é pra isso que eu estou lá, quero aprender tudo que tenho direito.

Assim que passou a fase assustadora, começou a ser gostoso descobrir tanta coisa diferente, fazer amizade com o pessoal da minha sala e discutir sobre o que é bolacha e o que é biscoito. Já cantamos muito no karaokê de terça-feira, comemos brigadeiro demais e estamos atolados de fichamentos para fazer. Conhecemos professores escrotos e professores legais. E até agora, a matéria que estou mais gostando é Redação Jornalística, apesar de querer partir para a área da publicidade.

O primeiro mês passou e já estou me acostumando com a ideia de que não vou conseguir ler todos os livros que queria ler esse ano e que não irei comprar nenhum. Não sobra tempo para eu fazer muita coisa, mas espero conseguir conciliar tudo isso mais o tempo com meu namorado e amigos para dar tudo certo! haha

@angela.guidi
Agora vi para quê realmente existe feriados prolongados: para dar tempo de ler todos os livros e fazer todos os trabalhos da faculdade. E é o que vou fazer agora. 


Au revoir.

13 março 2015

Trabalhando no que gosto

Via Google

Já desisti de dizer que vou voltar com mais frequência, ainda mais agora que comecei realmente a faculdade. Não contei, né? Depois de passar um pouco de raiva no trote e dormir com a frase "bixo é burro, veterano é foda" na cabeça, finalmente as aulas começaram.

Uma pequena onda de terror no quarto dia de aula e já deu para imaginar o que há por vir.

Enfim, são palavras para outro texto. Voltando ao título, hoje faz dois meses que saí oficialmente da vida "à toa" que eu tinha. Estou trabalhando com uma fotógrafa (clique aqui para conhecer o trabalho dela! haha) e estou aprendendo muitas coisas legais em relação à fotografia e está sendo fascinante para mim. Estou observando o mundo com um olhar diferente e sempre pensando "isso daria uma boa fotografia". Sempre gostei, mas nunca imaginei trabalhar com isso. Minha ideia inicial era (e ainda é) trabalhar com editora (livros, revistas), mas essas câmeras estão ganhando espaço dentro de mim.

Minha visão nos ensaios (foto tirada do celular)

Por enquanto, sou assistente, cuido da parte de diagramação de álbuns e, às vezes, escolho mais algumas fotos para colocar no álbum e deixá-lo com uma história mais bonita. Mas logo (eu espero) vou começar a fotografar alguns eventos menores para ela.

Enfim, vim aqui apenas para compartilhar minha felicidade. Outro dia volto e conto mais da faculdade.

Au revoir.

26 fevereiro 2015

Você, apenas você


Eu costumava imaginar que amaria uma pessoa que me trouxesse o que tem de melhor para mim. Paz, conforto e que me aceitasse exatamente como sou.
Aí eu conheci você.
E você não me trouxe nada disso. risos
Ao invés de paz, você me trouxe novidades, um mundo diferente do qual eu achava conhecer. Ao invés de conforto, você trouxe uma nova forma de pensar, sentimentos e lugares para conhecer. E, ao invés de me aceitar como sou, você me fez descobrir que eu posso ser muito melhor.
Mesmo tendo gostos parecidos, somos muito diferentes um do outro. E mesmo sendo uma frase bem clichê, é exatamente isso que deixa tudo perfeito.
O "normal" seria que eu desejasse de todo o meu coração que você nunca mude, que você continue sendo essa pessoa que eu amo. Mas, na verdade, quero que a cada nova fase da nossa vida, você continue mudando, porque assim você continua mudando minha vida e me tornando melhor.



Obs: Obrigada por esses três anos juntos, foi tudo maravilhoso!
Obs2: A qualidade da foto não importa. Vlw Flw.

20 fevereiro 2015

Intensidades

We Heart It
Tenho andado longe de você e, agora que parei um pouco de pensar em tudo que estou fazendo, percebi que talvez seja por isso que estou voltando a transbordar. Por mais que eu tente segurar, nem o som do mar, que eu me forço ouvir quando preciso me acalmar, está funcionando.

Eu sei, eu preciso voltar. Não é só você que me olha com cara de cachorro perdido na mudança. Minha sanidade chama por você todas as noites. Noites tumultuadas. Sem mar. Sem você.

Nada me deixa tão tranquila quanto você quando está por perto. Livros não fazem o mesmo efeito, a criatividade se esvai de mim e as cores não são mais tão brilhantes. Essa falta de intensidade some com a graça das coisas.

Tenho um sonho. Um sonho desconhecidos por todos, mas tão bom que chega a ser azul. Azul da cor do mar. Azul da cor da intensidade. Porque o mar é intenso e tudo que eu preciso quando você não está aqui é dele. Mentira. Preciso dos dois. Porque sou feita de intensidade. E peço desculpas por isso, por multiplicar tudo por cem, mil, das dores aos amores.

Só sei ficar nas extremidades.

E agora estou voltando para você, 
Querido Diário.

05 janeiro 2015

{Resenha} Divergente

Comecei o ano com uma trilogia maravilhosa, que desde que vi o filme estou louca para ler o livro. E o melhor: eu ganhei de natal a trilogia Divergente do meu namorado lindo que sabe como me dar presentes maravilhosos.

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Editora: Rocco
Título Original: Divergent
Autora: Veronica Roth
Páginas: 504
Ano: 2012 
Compare preços!

A história é contada na cidade de Chicago, onde a sociedade é dividida em cinco facções: Abnegação, Erudição, Amizade, Franqueza e Audácia. "Os que culpavam a agressividade formaram a Amizade. Os que culpavam a ignorância se tornaram a Erudição. Os que culpavam a duplicidade fundaram a Franqueza. Os que culpavam o egoísmo geraram a Abnegação. E os que culpavam a covardia se juntaram a Audácia." (Página 48). Todas as facções contribuem com algum setor da cidade, sendo responsáveis de por as coisa em ordem e viverem em paz um com os outros.

Cada facção tem sua própria identidade. Desde o comportamento até a forma de se vestir e viver. E, aos 16 anos, conhecemos Beatrice Prior, filha de um casal da Abnegação, que não se sente como sendo de sua facção, pois ela é curiosa, corajosa e não é altruísta o suficiente para fazer parte da facção.

É feito um teste de aptidão para ajudar cada jovem a decidir, na Cerimônia da Escolha, se vai continuar na facção na qual nasceu e foi criado ou se vai escolher uma nova vida, deixando para trás amigos e familiares. Afinal de contas, o lema da sociedade é: "A facção antes do sangue."

No teste de Beatrice (que já estava mais confusa que tudo para escolher), não poderia ter um resultado pior: ela não se encaixa em apenas uma facção, mas em três. Abnegação, Erudição e Audácia. Beatrice é altruísta, inteligente e corajosa, o que a torna uma Divergente.

Os Divergentes são considerados perigosos para a sociedade, pois pensam de maneira diferente de todos. Tori, a pessoa que aplicou o teste de Beatrice, alterou o resultado do teste para que ninguém ficasse sabendo e a aconselha a não contar nem a seus pais.

Na Cerimônia da Escolha, Beatrice surpreende todos escolhendo a Audácia como sua facção e agora terá que passar por testes físicos, emocionais e mentais para se tornar membro da Audácia. Caso alguém não consiga passar por esses estágios, a pessoa vira um sem-facção (que são como mendigos que não convivem em comunidade).

Agora, Beatrice pode escolher como quer ser chamada na sua nova casa: Tris. E, enfim, conhecemos Quatro, que será instrutor dos iniciandos transferidos de outras facções. Tris faz amigos e inimigos dentro da Audácia, sofre bullying e ainda tem que assistir a Erudição atacar sua antiga facção verbalmente para conseguir governar a cidade, pois a Abnegação lidera o governo por não serem egoísta e corruptos.

E, mesmo que tenha romance no livro, esse não é nem de perto o foco da história. Quatro é como um apoio para Tris e vice-versa. Como todas as distopias que já li, o foco é o governo e como eles manipulam a sociedade. Mas em Divergente, isso é contado na visão de Tris e com todos os seus sentimentos e tormentos juntos.

Eu simplesmente amei o livro e, apesar de ter ficado enorme, vim aqui rapidinho para fazer a resenha de Divergente e já estou indo embora para terminar de ler Insurgente!

Au revoir!